terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Depoimento do jornalista Aurélio de Freitas


Robson,

Ao longo de quatro anos de graduação (por boa parte deles você esteve presente em nossa turma), as palavras, o texto escrito foi um de nossos companheiros mais presentes. Foi com ele que aprendemos a crescer e a considerar que os erros são bem vindos para que culminem em acertos. Então, nada mais que justo, que também com um texto, pelas palavras escritas, eu venha hoje, com alma lavada, coração tranquilo lhe agradecer por além de ser um orientador, ter sido um amigo, presente e confiável na entrega de dedicação e partilha de saber.

Por muitas vezes o conhecimento é invejado, sempre pensamos que partilhar pouco que seja, do que sabemos, estamos criando competidores, você, mais do que muitos, sabe que isso não é verdade, que é examente dando um pouco daquilo que se tem, que novos profissionais, novos seres humandos, completos, simples e gabaritados são criados e são formados.

Ao longo desse um ano de dedicação direta no meu trabalho de conclusão de curso, pude conhecer um homem dedicado, trabalhados, que se entrega a uma ideia e a um projeto como se ele fosse a última coisa de boa que pudesse ser feita em vida. Essa entrega e dedicação fazem a diferença.

Hoje, com um 10 dos meus professores na defesa, eu tenho a certeza que grande parte desse mérito, veio de sua entrega, veio de sua dedicação, bem como também, de muitos outros mestres que ao longo dessa faculdade fizeram com que a dedicação e partilha do saber fossem tão bem conjugadas em um verbo: cumplicidade.

Saber que se está formado, que é um profissional gabaritado para trabalhar na área que escolheu para chamar de sua, não é tarefa fácil e nem simples ao fato de se limitar a uma graduação. É uma escola constante, que gradativamente vai se revelando a nós, como uma paixão, missão e dom.

Agradeço por todo o empenho e dedico a você, bem como a outros incentivadores incondicionais, esse sucesso, que sem dúvidas, não parará por aqui, e não será motivo de ostentação, muito pelo contrário, irá ser regado de humildade para sempre, aprender e lutar por caminhos ainda mais promissores.

Do seu aluno, amigo e agora, colega de profissão,

Aurélio de Freitas
Jornalista

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Express Moving International 2008




Banner do site da empresa Express Moving International quando gravei a campanha de Natal, exibida na Globo International. Deu azar: a empresa faliu...

Cinquentinha: farsa engraçadinha




O primeiro presente aberto do pacote de final de ano da Rede Globo chegou a com minissérie Cinquentinha de Aguinaldo Silva, que estreou com 24 pontos de média, tem a direção de Wolf Maia e as estrelas (em ordem alfabética para não despertar egos) Betty Lago, Maria Padilha, Marília Gabriela e Susana Vieira. Mas quem está roubando a cena é Angela Vieira interpretando uma jornalista que saiu do armário. Metafórico.

A sinopse conta que um milionário morre e divide sua herança para três ex-esposas e uma quarta, com outro filho, que ninguém as primeiras não sabem que existem. Batata!

As primeiras emoções do presente, pouco adequado ao espírito natalino que envolve os consumidores no Natal brasileiro, revelam a interface com a obra de Nelson Rodrigues, com direito a citação da personagem Mariana (Marília Gabriela) de que "as mulheres deveriam amar só homens de 17 anos". É visível o clima nelsonrodriguiano, aquele que incomoda", na narrativa do programa que tem o ritmo do gênero teatral vaudeville, com entra e sai de quartos e salas, flagrantes de atos obscenos(?), mas é uma farsa deslavada como diria o dramaturgo José Luiz Ribeiro. A farsa é sempre deliciosa aos olhos do espectador que completa a ação ao desnudar o simulacro da realidade. Aliás, como estão desnudadas as atrizes na trama...


A farsa, que se apresenta com alguns tons acima da comédia, é o gênero, que se distingue da sátira por não estar preocupado com uma mensagem moral, busca apenas o humor e, para isso, vale-se de todos os recursos; assuntos introduzidos rapidamente, evitando-se qualquer interrupção no fio da ação ou análises psicológicas mais profundas; ações exageradas e situações inverossímeis. Recorre a estereótipos (a alcoviteira, o amante, o pai feroz, a donzela ingênua, a madura insaciável) ou situações conhecidas (o amante no armário, gêmeos trocados, filhos bastardos e reconhecimentos inesperados).. E com muito exagero de interpretação, quase uma caricatura em ritmo frenético, edição sincopada, que justifica as cenas surreais protagonizadas pela personagem Lara Romero, a atriz famosa demitida e decadente com seus arroubos e figurinos alegóricos.

As quatro atrizes prometem momentos hilários e o telespectador pode se deliciar com a caricatura que elas fazem de si mesmas e o diversiment que a minissérie promete.

Almodóvar vai adorar...
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domingo, 6 de dezembro de 2009

REVISTA CAPRICHO, FOTONOVELAS E REVOLUÇÃO





Greice Bitarães e seu orientador Robson Terra comemoram a nota máxima na monografia de jornalismo da Fagoc, em Ubá, intitulada “A influência da revista Capricho para a revolução da moda na década de 60”. (Tribuna de Minas)


Capricho: revista dos anos 1960

Greice Bitarães e seu orientador Robson Terra comemoram a nota máxima na monografia de jornalismo da Fagoc, em Ubá, intitulada “A influência da revista Capricho para a revolução da moda na década de 60”. (Tribuna de Minas, Cesar Romero, 06.l1.2009)

sábado, 1 de agosto de 2009

Rodolfo Mayer: mito da história do rádio



De Hamilton Alves, num encontro com Rodolfo Mayer:

Pedi-lhe licença para me aproximar. Com muita gentileza mandou-me sentar à mesa.

"Fiz-lhe um interrogatório simples, de pura conversa mantida com ele em torno da peça, de sua vida, etc.

Respondia prontamente, com sua cara expressiva, moldada como que uma máscara, destinada à arte cênica. Nunca vi ninguém melhor talhado à condição de ator (a não ser um outro genial, Procópio Ferreira, que nascera igualmente com uma expressão facial semelhante).

Antes de lhe trazer o prato pedido, o garçom lhe serviu de pão. Ao prová-lo, com sua voz inimitável (parecia que Rodolfo era ator mesmo na vida real ou vivendo os momentos do dia a dia), observou ao garçom:

- Dê-me uma bofetada mas não me dê pão dormido."

Viva Rodolfo!!

domingo, 26 de julho de 2009

Ídolos da TV nos anos 1960 - Revista Intervalo



Deny e Dino, Ronie Von, Wanderléa e Roberto Carlos, Henrique Martins, o Sheik de Agadir; Jair Rodrigues, Juca Chaves, Ted Boy Marino, Trio Esperança, Jacqueline Mirna, Leno e Lílian, Wanderlei Cardoso e Erasmo Carlos...