terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Homenagem: LÚCIA CASASANTA


A professora Lúcia Casanta marcou várias gerações com o hábito da leitura, com seus livros da série AS MAIS BELAS HISTORIAS, utilizados nos anos 1960 e 1970. Incansável educadora que lutou pela alfabetização das crianças brasileiras através de um sofisticado e simples repertório literário. Fundou o curso de Pedagogia do Instituto de Educação, além de outros cursos e grupos de estudos e trabalhos de grande expressão. Lúcia imortalizou histórias e poesias como "A Enxadinha", "Xô, Passarinho", "João Jiló", "A Galinha Ruiva", influenciando gerações até hoje.

Meus alunos conquistam segundo lugar em concurso nacional do Prêmio Cazuza de Vídeo


http://premio.cazuza.com.br/

A Viva Cazuza e todos os parceiros do 1º Prêmio Cazuza de Vídeo têm o prazer de anunciar os três primeiros colocados. Como a qualidade do material recebida foi muito boa estamos divulgando os cinco melhores vídeos de acordo com a pontuação aferida pelo corpo de jurados. A premiação acontecerá no dia 02/02 às 14 horas na Escola de Samba Acadêmicos da Rocinha no Rio de Janeiro/RJ. Aproveitamos para agradecer a todos os participantes que dedicaram tempo e energia para pensar sobre a prevenção do HIV/Aids.

Acadêmicos de jornalismo da Faculdade Governador Ozanan Coelho: Antonio Lima, Daniela Ferra, Cintia Nery, Maycon Douglas e equipe

Parabéns a todos!


Do site da FAGOC por Rafaela Namorato

Idealizado pela Sociedade Viva Cazuza, entidade que presta assistência a crianças e adolescentes soropositivos, o 1º Prêmio Cazuza de Vídeo veio abrir as portas para jovens com interesse na produção de vídeos. A proposta do Prêmio foi criar uma campanha publicitária, com no máximo 30 segundos, sobre a prevenção ao HIV/AIDS.

Entre os que aceitaram o desafio proposto pelo Prêmio Cazuza de Vídeo estão os alunos do curso de Comunicação Social da Fagoc, Antônio Lima, Daniela Ferraz e Cíntia Nery. A ideia do vídeo produzido pelos alunos foi mostrar que quando se conhece uma pessoa é impossível saber imediatamente se ela tem ou não HIV. Contando com muita criatividade, talento e força de vontade, a equipe conquistou o segundo lugar na premiação que contou com vídeos do Brasil inteiro.

A equipe faz questão de destacar que o trabalho não seria possível sem o apoio que receberam de todos. A começar pelo professor Robson Terra que foi quem os avisou sobre as inscrições para o Prêmio. “Se não fosse por ele, talvez nós nem estivéssemos vivendo esse momento tão gratificante”, destaca o roteirista e diretor do vídeo, Antônio Lima. Além disso, eles contaram também com a participação dos amigos Maycon Douglas, Gabriel Emídio e Cátia, personagens do vídeo.

Toda a produção demorou em média três semanas, desde quando souberam da notícia da inscrição até o momento do envio do material. Praticamente todo o processo foi realizado no laboratório de TV da Fagoc. “Temos que agradecer também ao nosso professor e coordenador do curso de Comunicação Social, Raul Carneiro Filho, que nos incentivou e liberou o laboratório para que pudéssemos desenvolver o trabalho. E também ao Fernando Cruz, técnico responsável pelo laboratório, que não mediu esforços para nos ajudar”.

Antônio confessa que demorou um pouco para que pudessem acreditar na notícia de que haviam sido premiados, mas que agora que estão conscientes de que é tudo de verdade, eles já pensam em voos mais altos. “Esse reconhecimento é um incentivo enorme para todos nós, principalmente porque temos o desejo de montarmos uma produtora de vídeos. Mesmo que já tenhamos experiência nesse tipo de produção, sabemos que a partir de agora o trabalho passa a ser ainda mais sério. Estamos cheios de planos”, ressaltou.

A entrega do prêmio aconteceu na tarde desta quinta-feira, 02 de fevereiro de 2012, na Escola de Samba Acadêmicos da Rocinha, no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

                                       A prosa de Ary Barroso e Walt Disney...no céu

A cidade de Ubá, em Minas Gerais, deve mais reverências e homenagens ao gênio da música brasileira. Precisa celebrar as tintas da aquarela de Ary (ou Ari? ) Barroso como dos melhores compositores brasileiros na linhagem de Lamartine Babo, Braguinha, Sílvio Caldas, Dorival Caymmi e outros. O estudo da obra poderia ser projeto pedagógico das escolas ou faculdades da cidade. Um busto na Praça Guido é pouco. A antológica Aquarela do Brasil foi o hino nacional para exportação, mereceu centenas de gravações diferentes e até Walt Disney lançou suas composições no filme Alô, amigos (1942). Em arte o que é bom fica. Eterniza. Cristaliza. Tal como a Disneylândia eu transformaria Ubá, que passou da manga ao móvel, em uma Arylândia, como está fazendo Miraí (MG) com o craque Ataulfo Alves.

Psicografei conversa de Ary com Disney, no andar de cima, e o mago dos desenhos disse que o trânsito confuso das cidades brasileiras já tinha sido previsto por ele nos anos 1950 quando o puro personagem Pateta encarnando o personagem Sr. Willers enlouquece nas ruas da cidade. “Eu já sabia – diz Disney - em plena década de 50, que o trânsito era capaz de transformar o mais pacato cidadão num raivoso e mal educado motorista. Tanto que criei um desenho célebre do doce Pateta antecipando isso. Nele o pacato Senhor Walker (Senhor Pedestre) se transforma no diabólico Senhor Wheeler (Senhor Motorista) ao assumir o volante. Assista o episódio que está na internet, outra mágica inventada no século passado, http://www.youtube.com/watch?v=RMZ3bsrtJZ0&feature=player_embedded.
Ary (seria com y ou com i?) com cara de poucos amigos, sorri, toca a sua gaitinha, diz que é artista, não burocrata, que sua obra foi o Maracanã, no Rio de Janeiro. Está desencantado com a política e falta de tempo para pensar no assunto pois lá no céu tem programas de rádio, de televisão, shows, composições, piano e torcer pelo Flamengo. Acende um cigarro com um de seus quatrocentos isqueiros, classificados como “os de pobre, os de rico e os ornamentais”. E debocha: “quase todos negam fogo”. De coração mole, mole lembra de tia Ritinha que o obrigava a estudar duas horas de piano diárias e de quando amarrou o rabo de um cavalo à corda do sino de uma igreja...Disney quer saber como surgiu a Aquarela, ele conta que como o Mickey, nasceu em vinte minutos, numa noite de calor e temporal. Quando saiu do piano mostrou a letra a um parente que disse: “Não gostei desse coqueiro que dá côco”._ Deixa pra lá. Que queria você que o coqueiro desse? ...Eu cá pensei: o cunhado queria, manga?!

domingo, 29 de janeiro de 2012

A família de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião

Resgate da memória da fotonovela ou fotoromanzi, anos 1960


Trinta e quatro atores e atrizes, anos 1960

Nuccia Cardinali, Jean Mary Carletto, Michela Roc, Monique Vità, Franco Andrei, Luciano Francioli, Adriana Rame, Raimondo Magni, Piero Leri, Susanne Loret, Catherine Corvisky, Pierre Clement, Claudio De Renzi, Sandro Moretti, Suzette Sandré, Gabriella Fioravanti, Franco Califano, Roel Bos, Rosanna Galli, Germana Francioli, Gianni Medici, Daniela Calvino, Ivan Rassimov/Gill Mayeron, Maria Teresa Orsini, Lucy Mauro, Arpad Kertex, Elio Folgaresi, Ennio Pagliani, Feliciana Tocchetto, Mimo Billi, Olga Solbelli, José Nestor, Claudio Ferrari e probabilmente Gianni Manera

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Fotonovelas antigas: os reis do fotoromanzi


Astros das fotonovelas, anos 1960
Fotomontagem de Johan Melle, Noruega

Fotonovelas antigas: as rainhas do fotormanzi



Atrizes das fotonovelas, anos 1960, em fotomontagem de Johan Melle, da Noruega